quarta-feira, 31 de agosto de 2011

"PROBLEMAS" - NOVA MÚSICA DE ANA CAROLINA NA NOVELA FINA ESTAMPA


Como já avisado anteriormente, a novela Fina Estampa tem Ana Carolina na trilha sonora com a Música "Problemas". A canção em parceria com Chiara Civello e Dudu Falcão foi ao ar no capítulo de hoje, 30 de agosto. A música é tema de Paulo Siqueira (Dan Stulbach) e Esther (Júlia Lemmertz).

Veja um trecho da nova música de Ana Carolina, "Problemas":

"Qualquer distância entre nós vira um abismo sem fim.
  Quando estranhei sua voz eu te procurei em mim.
  Ninguém vai resolver problemas de nós dois.
  Se tá tão difícil agora, se um minuto a mais demora...
  Nem olhando assim, mais perto... consigo vê porque tá tudo tão incerto!
  Será que foi alguma coisa que eu falei? Ou algo que fiz que te roubou de mim?..."

FONTE: Globo Vídeos. 

ANA GRAVA SHOW 'ENSAIO DE CORES' SOB DIREÇÃO DE JOSÉ HENRIQUE FONSECA



Ana Carolina vai fazer a gravação ao vivo do show Ensaio de Cores no Rio de Janeiro (RJ) em apresentação programada para o próximo sábado, 3 de setembro de 2011, na casa Citibank Hall. Caberá ao cineasta José Henrique Fonseca dirigir o registro que vai ser editado em blu-ray, DVD e CD ao vivo. No show Ensaio de Cores, que estreou em 30 de julho de 2010, no Citibank Hall de São Paulo (SP), a cantora e compositora expõe a interação de sua música com sua pintura, dividindo a cena com trio feminino formado por Délia Fischer (piano), LanLan (percussão e bateria) e Gretel Paganini (violoncelo). É provável que a artista inclua no roteiro músicas inéditas como Problemas, composta com seus parceiros Dudu Falcão e Chiara Civello.

FONTE: Blog Notas Musicais.                                                                           

ANA CAROLINA NO TEATRO GRAN REX - CRÍTICA

A todo vapor, a cantora brasileira seduziu o público portenho em sua primeira visita à Argentina.

Por Fernando López

Show: Ana Carolina (vocal, guitarra, pandeiro, composição)
Músicos: Marcelo Castro da Costa (bateria), Pedro Baby Cidade Gomes (guitarra), Danilo Oliveira Andrade Tenenbaum (teclados) e André Rodrigues da Silva (baixo)
Local: Teatro Gran Rex. Data: Quinta - feira, 25 de agosto.
Nossa opinião: muito bom

A impaciência do público, que começou a queixar - se quando o começo do show atrasou 10 minutos, foi o primeiro sintoma. Ana Carolina era esperada aqui com muita ansiedade por muitos fanáticos (e fanáticas, vale a pena destacar), na sala do Teatro Gran Rex. A aclamação em resposta à menção de seu nome segundos depois confirmou. Ela percebeu e se colocou a todo vapor desde o início do show. As duas primeiras músicas - "10 Minutos", "Hoje eu tô Sozinha" mereceram versões muito mais veementes e acendiadas do que as versões dos seus álbuns.

A voz poderosa de Ana foi a sua marca registrada: seu timbre encorpado de gravidade incomum, a grande extensão (é um contralto que pode facilmente atingir notas altas), a potência incrível, a fogosidade de um temperamento que algumas vezes ameaça transbordar, a devoção apaixonada a cada uma das canções escolhidas.

Neste caso, ficou claro que a aposta foi para o lado mais roqueiro da sua expressão, impulsionada por um quarteto instrumental que desperdiça e exige potência, e sabe que a voz - o vozeirão - da cantora mineira é capaz de superar o compromisso.

O repertório da apresentação não deixou Ana Carolina passar em branco, com sua atinada mescla de músicas novas ("10 Minutos", "Tá rindo, é?") e sucessos largamente difundidos ("Garganta", que foi seu primeiro sucesso e deixado para o final do show; "É isso aí", um sucesso memorável compartilhado com Seu Jorge; "Confesso", uma das várias parcerias com Totonho Villeroy parceiro frequente, e a altamente contagiosa "Rosas", que levantou o público dos seus assentos).

Mas nem tudo se resumiu às baladas pops com as quais a cantora é identificada desde o início da sua carreira. Houve também um setor mais decididamente brasileiro com Djavan ("Azul" que lhe permitiu mostrar outros recursos da sua garganta), Caetano ("Força Estranha" em uma versão poderosa que imprimiu outros ecos aos versos "Por isso uma força me leva a cantar. por isso essa força estranha no ar/ por isso é que eu canto; não posso parar/ por isso essa voz tamanha") ou com um samba lindo e perfeito como "Cabide".

A esta altura do espetáculo a visível cumplicidade entre Ana e seus músicos já havia se estendido para toda a plateia. E quando o pandeiro (sempre presente nos shows da mineira) fez a sua aparição - nas habilidosas mãos de Ana e dos cinco músicos que estavam no palco -, a canção "Vox populi" se apoderou de todos e a festa estava completa.

Não é demasiadamente arriscado supor que não passará muito tempo antes que a cantora regresse.

FONTE: Lanacione.com
Tradução: Fã-Clube Donana Carolina.   

ATENÇÃO FÃS DE RECIFE - COMUNICADO IMPORTANTE


O escritório da produção da cantora Ana Carolina nunca foi informado pelo contratante de Recife que teria o show do Fábio Junior na mesma noite prevista para o show da cantora Ana Carolina em 01 de outubro. O escritório não foi informado também da promoção do Liquida Recife.

Por favor quem ainda não comprou ingresso, não compre, pois existe a possibilidade do show da Ana Carolina não se realizar na noite de 1º.

Tentaremos o mais breve possível confirmar data/ local em um comunicado oficial.

FONTE: Armazém Virtual.

Nota do Armazém Virtual.

 

ANA CAROLINA JANTA COM AMIGA EM RESTAURANTE JAPONÊS, NO RIO DE JANEIRO


Cantora da MPB foi clicada no bairro do Leblon na noite deste sábado (27).


Ana Carolina foi fotografada com a amiga Chiara Civello, jantando em um restaurante japonês no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, neste sábado (27).

Ana e a amiga aproveitaram para colocar o papo em dia em conversa regada a drinks, cerveja e refrigerante. A cantora estava bem descontraída, rindo e mexendo no cabelo.


Fotos: Fausto Candelária/ AGNEWS

FONTE: Quem.                                                                                                                                         

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O DÉBUT DE ANA CAROLINA NA ARGENTINA

A cantora, compositora e instrumentista brasileira Ana Carolina fez a seu début em Buenos Aires com um único show, onde ela fez uma retrospectiva dos mais de 10 anos de carreira e apresentou algumas das canções de seu mais recente álbum "N9ve".

Durante o show, para mais de 2.500 pessoas, Ana Carolina afirmou que estava muito feliz por estar na Argentina cantando e convidou todos para cantarem com ela.

Acompanhada por quatro músicos, ela abriu seu espetáculo na noite de quinta - feira, no teatro Gran Rex, com a canção "10 Minutos", seguida por "Hoje eu tô sozinha".

Durante o show Ana Carolina tocou guitarra, baixo, pandeiro, e cantou um repertório que foi caracterizado por uma mistura de baladas, pop, rock e samba. Depois de cantar "Dois Bicudos" e "Carvão", Ana em solo no baixo tocou "Azul". A brasileira emendou com "Força Estranha" e "Quem de nós Dois", uma versão em português do sucesso italiano "La mia storia Tra le dita" de Gianluca Grignani que está incluída no segundo álbum da cantora "Ana Rita Joana Iracema e Carolina." 

A cantora se despediu do público cantando "Rosas" e "Elevador".

Veja o vídeo da apresentação da cantora Ana Carolina ontem no Teatro Gran Rex.

                                                                


Uma estréia demasiadamente postergada

Embora sua carreira de onze anos leve a mais de cinco milhões de álbuns vendidos, a cantora e compositora Ana Carolina, nascida em Minas Gerais, nunca tinha posto os pés em solos argentinos. O que vai mudar esta noite, quando ela apresenta o show do seu último álbum N9ve no Gran Rex.

Por Karina Micheletto

Ana Carolina, carrega consigo onze anos de carreira, nove discos lançados, sucessos como o de 2005, quando vendeu mais de um milhão de cópias só com o disco Ana & Jorge (gravado com seu parceiro, Seu Jorge), e cifras globais que figuram nos cinco milhões de vendas. No entanto, hoje será a primeira vez que a cantora se apresenta na Argentina, um país tão receptivo à Música Popular Brasileira, incluindo seus novos talentos. Será hoje, às 21.30 no Teatro Gran Rex, o cenário que a cantora nascida em Minas Gerais se apresentará e celebra à medida que vai escutando a narrativa de histórias, características, e os simbolismos da rua onde ela se hospeda. "Sério? Que legal! Estou feliz!".

"Na verdade eu não sei exatamente responder à pergunta do porquê levei tanto tempo para vir aqui", diz Ana Carolina. "Por muito tempo na minha carreira eu me mantive presente nos estados brasileiros e, desde 2001, quando eu comecei a me apresentar fora do país, as rotas eram sempre para a Europa ou Estados Unidos. Então, eu não sei por que só agora estou vindo à Argentina... O que eu sei é que me dá uma felicidade imensa e que a expectativa é grande..."

- Por alguma coisa em especial?
"Bem, vocês tem fama como público. Um músico da minha banda, o Marcelo Castro da Costa (bateirista e percussionista) já esteve aqui tocando com Caetano, e ele me deixou louca contando sobre o público argentino. Ele diz que é o melhor público do mundo porque é muito calmo e quieto enquanto você canta, e quando você termina, te aplaudem e gritam maravilhosamente. Então, eu estou louca para conhecer o melhor público do mundo".

Foi em seu primeiro show no Rio de Janeiro, quando tinha deixado para trás a faculdade de letras e decidido que queria ser cantora, que Luciana de Moraes (filha de Vinícius de Moraes) "descobriu" Ana Carolina . "Ela assistiu esse primeiro show e me perguntou se eu tinha algo gravado para mostrar à BMG. Dois dias depois, eles estavam me contratando." Então, ela gravou seu primeiro álbum, que leva seu nome e resgata velhos clássicos da MPB, além de a revelar como compositora. Isso foi em 1999 e em 2009, para o aniversário redondo de sua carreira, fixou - se em um número significativo, o nove. "Eu percebi que tinha nove canções em um álbum que comemorava a minha carreira entre 99 e 2009. Nasci no dia 9 do mês 9... E sim, eu sou neurótica por este número", diz. Seu último álbum se chama N9ve, e várias dessas canções serão apresentadas hoje no Gran Rex.

- Nesse álbum você canta com artistas de outros países: Esperanza Spalding, John Legend e Chiara Civello. Como você chegou até eles?
"Como uma fã absoluta de cada um deles. Minha empresária me disse: "Bem, Ana, agora que você está fechando um ciclo importante, 10 anos de carreira, o que você gostaria de fazer?". E eu disse que queria cantar com todas as pessoas que me encantam. Essas foram as três pessoas que eu pensei. Foi muito importante para mim naquele momento."

- E depois, em 9 + 1, você canta com colegas como Maria Bethânia, Seu Jorge, Zizi Possi e Gilberto Gil. Com Gil fez uma canção composta em parceria, como foi esta colaboração?
"Maravilhoso! Eu havia feito a melodia desse samba, e eu imediatamente pensei que poderia ter uma letra do Gil, era para ele. Mas eu demorei três meses para enviá - la, por vergonha, eu sou muito tímida. Quando eu tomei coragem, ele me enviou de volta em dois dias a canção com a letra."

- Seu álbum DOIS QUARTOS recebeu um selo de advertência como desaconselhado para menores de 18 anos, por conter "letras inapropriadas". Você acha que era razão para tanto?
"Bem, foi um disco complicado!, que dizia coisas bem pesadas... Tinha músicas como "Eu Comi a Madona", ou "Cantinho", que fala do orgão sexual masculino."

O que era tão grave?
"Eu não sei exatamente, mas eu entendo que não queiram que crianças escutem certas coisas. Eu também entendo que para vocês, isso é estranho, porque no seu país, não existem tarjas de advertência. No Brasil isso é normal."

- É também notável que em todas as suas biografias mencionem que você disse que é bissexual e a revolução que isso causou no Brasil. Você acha que isso a define como artista?
"Geralmente os artistas não falam muito sobre sua vida privada, incluindo a sua sexualidade, evitam este assunto, e eu nunca tive qualquer problema com a minha privacidade. Em suma, não é um problema para mim falar sobre a minha sexualidade em público. E assim uma vez em uma entrevista fiz um comentário de passagem, agora vou buscar a minha namorada, algo assim. O jornalista se interessou e queria saber mais, pois poderia ajudar muitas meninas que têm uma preferência sexual diferente a se abrir e seria um alívio saber que alguém famoso diz isso abertamente. Não me opus a isso, mas ao mesmo tempo não me senti levantando uma bandeira para uma causa. Foi uma coisa muito casual."

- E você acha que ajudou?
"Acredito que sim. Acho que se eu tenho ajudado muitas garotas, muitas adolescentes que querem viver a sua relação com liberdade e têm medo do que seus pais podem dizer ou a própria sociedade. Não tem a força para dizer "Eu sou assim e sou feliz com isso." E é isso que eu digo."

FONTE: Ansalatina.com/ El refugio de los musicos.       

                                                                 

NO AR O NOVO SITE DA CANTORA ANA CAROLINA


Galera, está no ar o novo site da nossa Diva Ana Carolina. Veio com algumas novidades, como o twitter da produção da cantora integrado, blog de notícias, galeria de fotos e vídeos, etc.

Acesse o novo site da cantora Ana Carolina:

http://www.ana-carolina.com/

O SHOW VAI COMEÇAR...



A contagem regressiva para a 22ª Festa de Peão de Mangaratiba já começou.

A prefeitura municipal de Mangaratiba promete muitas novidades entre os dias 21 e 25 de setembro. Os cinco dias da maior festa country da Costa Verde.

PROGRAMAÇÃO/ ATRAÇÕES:

*"Circuito Brahma de Rodeio"
*Dia 21 - Noite Gospel
*Dia 22 - Luan Santana
*Dia 23 - Seu Jorge
*Dia 24 - Ana Carolina
*Dia 25 - Victor e Leo

FONTE: festadopeodemangaratiba.blogspot                                                                                         

DEMORADO ENCONTRO COM A VOZ DE ANA CAROLINA


Uma questão de números. Ana Carolina nasceu no nono dia do mês nove; o primeiro dos seus nove álbuns foi lançado em 1999 e quando em 2009, quis celebrar um álbum os dez anos da sua carreira, ela descobriu que, coincidentemente, tinha nove canções prontas para gravar. Não havia muito o que pensar ao colocar um título no novo CD: Nove ou N9ve, como ela prefere a ortografia. Dizem que a gravadora respeitando a coincidência numérica distribuiu 99.999 exemplares do disco, número da sorte, fato este que não parece improvável quando se leva em consideração que a artista que nasceu a quase 37 anos em Juiz de Fora, Minas Gerais, vendeu mais de cinco milhões de álbuns.

N9ve é o título do show transformado em uma longa turnê nacional e internacional e agora trazido pela primeira vez hoje à Argentina para o público local. "N9ve - diz ela - marcou o fim de um ciclo muito importante na minha vida. Ao completar 10 anos de uma carreira muito feliz, eu quis me dar o prazer de cantar com o John Legend, Esperanza Spalding e Chiara Civello" (e o fez durante a turnê que começou em 2009 e em seu mais recente CD e DVD de duetos, N9ve + um, que também envolveu Maria Bethânia, Zizi Possi, Seu Jorge e Angela Ro Ro, etc). "Além disso, fiz música com o Gilberto Gil e o Mombaça, o samba "Torpedo". E agora eu estou preparando os próximos dez anos, com novos parceiros e com muita música".

A música vem de família. A avó cantava no rádio e tios tocavam percussão, piano, violino e violoncelo. Ela fingia ser cantora, enquanto ouvia Bethânia, Chico Buarque, Nina Simone e João Bosco (de quem aprendeu escutando, a tocar violão sozinha). Aos 18 anos, ela começou a cantar em bares de sua cidade natal e em cidades do interior de Minas Gerais, viajando com uma amiga produtora na sua parati. Essa foi a sua escola, ela diz, e assim também começou a compor. Cinco anos de aprendizado e crescimento que a levaram a uma primeira apresentação no Mistura Fina, Rio de Janeiro, bar carioca de prestígio na cidade. O encontro com Luciana de Moraes, filha de Vinícius, abriu outras portas, até que ela assinou seu primeiro contrato com uma gravadora. Logo, a sua voz de poderoso contralto atraiu a atenção, com seu timbre excepcionalmente grave, grande amplitude e vigorosa expressão, habilitando - a às asperesas do rock, ao blues e baladas pop, além de passar através do samba e de outros territórios da música popular brasileira. "Garganta", escolhida como o tema de uma novela, foi seu primeiro grande sucesso, seguido de "Quem de nós dois", um hit da versão do italiano Gianluca Grignani ("La mia storia Tra le dita"). Estes dois títulos fazem parte do repertório para o Gran Rex. "É o mesmo show de grandes sucessos que fazemos no Brasil e lá não podem faltar, assim como 'É isso aí', 'Confesso', 'Encostar na tua', 'Elevador', 'Nua'.

A originalidade do seu trabalho e a sua forte e definida personalidade reveladas naquela primeira gravação se firmou nos anos seguintes, Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina (concebido em torno das mulheres de canções de Chico Buarque), o aclamado Estampado e o encontro feliz com Seu Jorge (Ana & Jorge). Provocativa em cena, é frequente o tema sexual em suas canções e em suas declarações públicas ("Eu gosto do excessivo, prefiro ser mais e não menos, falar mais do que ser sucinta"), como em 2005 quando se declarou na revista Veja como bissexual. Mas sua intenção não é fazer proselitismo. As polêmicas não foram impedimento para receber todo tipo de reconhecimento, o primeiro dos quais foi uma indição ao Grammy pelo seu álbum de estréia.

Como boa virginiana - ela diz - é muito detalhista. "Todos os CDs e os shows são importantes para mim, tanto a parte musical como a parte visual. Para os meus fãs, eu só quero o melhor."

E se você pergunta de onde vem a inspiração da cantora para as músicas ela não hesita: "Da vida, sempre". Ela acrescenta: "Dos personagens inventados, minha verdadeira história, as estórias que eu inventei, pessoas que eu conheço. As canções nascem de arrependimentos, de felicidades, de desilusões. Vem da solidão, das companhias. As canções vêm, e eu estou sempre aberta para recebê - las e ser o seu veículo."

Para agendar:

Ana Carolina: com Pedro Baby Gomes, Marcelo Castro da Costa, Danilo de Oliveira Andrade Tenenbaum, André Rodrigues da Silva, Teatro Gran Rex, Corrientes 857. Hoje, ás 21h30.


FONTE: Lanacione.com