terça-feira, 7 de setembro de 2010

CITAÇÕES DE ANA CAROLINA



"Sou completamente racional em certas coisas, mas em algum momento, viro a moeda e fico completamente passional. Definitivamente, não tem muito equilíbrio".
  
(AC em entrevista à Patrícia Palumbo para o livro "Vozes do Brasil - Vol 2" - Setembro 2007)

"Não sei quantas vezes a música tocava por dia. 
Ás vezes, eu ligava o rádio e trocava de emissora porque não aguentava mais me ouvir".

(AC falando ao Zero Hora sobre a música "Quem de Nós Dois" - Janeiro de 2002)

"Mais do que minha música, eu pretendo deixar uma mensagem de liberdade para as pessoas".

(AC em entrevista à Carta Maior - 2003)

"O barzinho é uma escola maravilhosa, desde que você não cante apenas sucessos que tocam na rádio, imitando as versões originais. Desse jeito, você nunca encontra a própria personalidade".

(AC em entrevista à Revista Veja - 2005)

"Meu estilo é: Faço o que gosto!"

(AC em entrevista à Revista Época - 2007)

"A minha ideia para este trabalho foi a de um diafragma ligado no coração. Ao compor este disco, percebi que havia feito canções de estrutura, formato e ritmo bem diferentes e "Estampado" significa cores, texturas e formas díspares, constituindo um mesmo tecido, logo, a unidade deste disco está primeiramente na compositora/ cantora, em segundo no violão que fiz questão de executar em todas as faixas. "Estampado" assume a pluralidade das composições."
(AC sobre como escolheu o nome Estampado para o terceiro CD - 2003) 

"Minha família é musical e parece que eu já nasci com isso meio apurado. Sou autodidata em instrumento e canto".
(AC em 2001)

"Eu acho que, na verdade, a música que me descobriu. E hoje estou aqui como um veículo, para servir a ela".
(AC em chat da MTV - 2001)

"Quando estourei com 'Garganta', apanhei. Antes, eu tinha aura de uma artista para poucos. Ainda existe o pensamento do cara que se julga um grande compositor porque não toca na rádio".
(AC em entrevista ao jornal O Globo - janeiro de 2009)

"Eu seria artista plástica ou alguma professora medíocre".
(AC em bate - papo na UOL, respondendo qual carreira seguiria se não fosse cantora - 2002)

"Digo que Ana canta suave, Rita canta rasgado, Iracema batuca o pandeiro, Joana são os meus defeitos (que eu já nem sei quais mais, quantos e quais são) e Carolina é a distraída que não vê o tempo passar pela janela. Costumo dizer que sou cada uma delas e me encontro perfeitamente em cada uma".
(AC falando sobre o CD Ana Rita Joana Iracema e Carolina - Fevereiro 2001)

"Eu tenho uma grande extensão vocal, vou dos graves aos agudos, toco violão bem. Mas causar coisas nas pessoas, mesmo quando a resposta é negativa, é fundamental. Uma coisa eu sei: Nunca vou fazer música suave, tenho muita personalidade, dou grito mesmo, sei que tenho esse lado overdose. Mas é real".
(AC em entrevista ao jornal O Globo - Dezembro de 2004)

"Do camarim até o palco não toco em ninguém. Evito que as pessoas encostem em mim. A mão é um fio condutor de energia de uma pessoa para outra e eu não gosto de outra energia que não seja aquela que preparei para apresentar no palco. Habitualmente, canto de preto para não absorver muita energia. Quando canto de branco, costumo ficar exausta."
(AC em entrevista em Portugal - 2002)

"O Villeroy é o meu Erasmo".
(AC falando sobre Totonho Villeroy, seu grande parceiro em composições - Revista Época - dezembro 2006)

"A melhor lembrança com certeza foi cantar para 100 mil pessoas em Copacabana, em um show de Pré - Reveillon. A pior não saberia dizer. Só tenho bons momentos no palco. 
(AC em entrevista ao Diário Catarinense sobre qual a melhor e a pior lembrança nos palcos nos 10 anos de carreira - Março 2009)

"Gosto de brincar com a liberdade. Ouve quem quiser ouvir, vai ao show quem quiser ir. Quer o público pague ou não pague para ver ou ouvir Ana Carolina, Ana Carolina paga para ver a reação do público".
(AC em entrevista a Isto É - 2007)

"As dores do sucesso: ser engessada pelas canções que tocam no rádio (penso que minhas melhores canções não fizeram sucesso, com exceção de "Carvão"), ser decodificada pelos outros e tentar sempre desconstruir a imagem que fazem de mim; não ser entendida por alguns em meus propósitos; ser julgada por uma crítica muitas vezes medíocre que fazem no Brasil - inclusive com alguns críticos que querem se fazer em cima de nós, artistas. As delícias do sucesso: Ser entendida por alguns em meus propósitos; o tesão que é brincar com a 'persona palco', tocar no rádio".
(AC fala sobre as dores e os prazeres do sucesso em entrevista a revista Rolling Stone - Maio de 2006)

"Sou exigente com as pessoas que trabalham comigo. Sou impaciente com quem não têm talento para o que se propõe a fazer. E tenho uma enorme paciência com gente que é estrela, é antipática, mas tem talento. Se tiver, passo por cima de tudo, aguento estrelismo".
(AC em entrevista a Isto É - 2006)

"Eu sou muito tranquila para começar o show, mas quando entrei no meio da galera, o coração veio na boca, foi o momento mais difícil de tudo, fiquei gelada. Quando eu vi como são as pessoas no meu show, bateu uma responsabilidade muito grande, vi umas meninas cantando 'Pra Rua Me Levar' já animadas. Não puxei assunto com ninguém, estava muito nervosa e entrei numa de que era show de outra pessoa, que não era eu que ia cantar. Todo músico deveria passar por isso. É muito maluco".
(AC falando sobre a experiência de estar no meio do público, disfarçada, antes do show de gravação do DVD "Estampado - Um Instante Que Não Pára", no Claro Hall, para o quadro "Onde Está Ana?" - Globo Online - 2004)

"Sou Bi, e daí?"
(AC à Revista VEJA - 2005)

"Sou contra essa postura de levantar bandeiras para defender o homossexualismo, pois fica parecendo que ser gay é uma doença".
(AC à Revista VEJA - 2005)

"Que seja bem vinda essa nova forma de levar música as pessoas".
(AC sobre as gravações em MP3 - 1999)

"Sou muito tímida, reservada. Fico muito em casa, tenho poucos amigos - pinto quadros, escrevo, leio, ouço música, toco. Não sou muito de sair, não gosto de badalação, de confusão, de festa cheio de gente. No fundo, sou uma pessoa muito frágil, por isso, aparento ser forte".
(AC em entrevista em Portugal - 2002)

"A minha posição é esta: Se comprar o disco pirata é a única forma que tem para escutar o meu disco, se só as(sim, a minha arte estiver ao meu alcance, então que compre. O que é que eu vou fazer?"
(AC em entrevista a João Miguel Taveres, falando sobre a pirataria - 2004)               

"Arrependo - me de algumas canções que fiz e que gostaria de ter gravado de maneira diferente. Há outras que acho que hoje nem gravaria (risos). Acho também que em determinadas alturas da minha carreira, deveria ter me recolhido mais". 
(AC em entrevista à Vidas - Correio da Manhã - Março 2010)

"Nunca quis o mais fácil. A questão não é apenas ganhar dinheiro, mas poder apostar também em algo arrojado, sofisticado. Não quero me estabelecer num lugar cômodo, onde posso fazer qualquer coisa e me alimentar do que já passou".
(AC em entrevista a Uai - Março 2010)

"Aprendi, ao longo destes anos, que se uma música for suave, ela tem chance de ser ouvida mais de uma vez. O tempo de audição de uma música está relacionado com o grau de suavidade, com o tom, a batida. Desta maneira, vejo que, ao longo do tempo, adotei a este conceito no meu repertório para não cansar os ouvintes. Mesmo que minha voz seja grave, a música envolve o ouvinte com suavidade".
(AC em entrevista à Globo Minas falando sobre a evolução do seu repertório nos dez anos de carreira - Março 2010)

"Fazia falta a presença masculina, o arquétipo. Acho que tive alguns traumas, algumas passagens estranhas. Aprendi a mentir. Chegada no colégio e eu dizia assim: "Meu pai viaja muito", no outro dia: "Meu pai morreu". Daí a pouco inventava outra coisa. Inventava milhões de histórias com relação a isso. E foi muito traumático, porque chega o Dia dos Pais, e a criança que não tem pai não tem o que fazer".
(AC em entrevista a Leda Nagle - De Minas para o Mundo - Maio 2010)

"A crítica entende muito pouco de música, na verdade poucos sabem criticar o trabalho somente, e quase sempre a falta de conhecimento musical é banhada na má vontade. É uma pena".
(AC em entrevista ao Filo falando sobre os críticos - Maio 2010)

"Quando falei sobre a minha bissexualidade, a surpresa foi: Ela gosta de homem também".
(AC em entrevista ao Jornal da Tarde - Agosto 2009)

"Hoje tenho uma vida normal, mas aos 16 anos emagreci inexplicavelmente 15 quilos, tomava água todo dia, fazia exercícios diários, até que um dia fui internada. Sem saber que era diabética, a enfermeira, desavisada, usou soro glicosado, minha glicose subiu muito, fui vítima da falta de informação".
(AC falando sobre o Diabetes ao programa Amaury Júnior - Agosto 2010)

"A pintura elimina involuntariamente os limites que conheço e que invento para a música. Não estou em busca somente da beleza, quero, sobretudo, a comunicabilidade visual."
 (AC em entrevista à Vivo Rio falando sobre a pintura e o projeto Ensaio de Cores - Agosto 2010)

"Ter um público, ter um fã é ser entendido. O que a gente mais quer na vida é ser entendido. É isso que está acontecendo".
(AC falando sobre os fãs no festival Telefônica Sonidos - Setembro 2010)

"Eu queria que o Twitter fosse utilizado por algumas pessoas falando, entende? Tem pessoas que falam taaaaaanto!!!! Que seria melhor que só pudessem falar em 140 caracteres... RS..."
(AC em entrevista à Entrevista Fundição Progresso - Outubro 2010)

"Acho muito legal e positivo que as pessoas se conectem para saber o que está acontecendo no mundo e para falar e opinar sobre tudo o que acontece nele, é a chance de fato de democratizar conhecimentos, sejam dos mais superficiais aos mais contundentes e profundos. As redes vão crescer muito mais ainda, acredito. E, eu nao estou no twitter porque ando sem tempo, só isso".
(AC em entrevista ao Jornal da Cidade sobre as redes sociais - Setembro 2010)

"Prefiro um feio e bom de cama a um bonito que não faz nada".
(AC no programa Saia Justa - 2006)

"Preconceito é uma palavra muito ampla, pra ser sincera, nunca sofri preconceito sobre nada que eu tenha dito em minha carreira, mas no disco N9ve (por ter sido um disco, digamos, mais sofisticado) alguns fãs se ressentiram porque não era um disco de hits".
 (AC em entrevista à Fundição Progresso - Outubro 2010)

"Perdi a ingenuidade, ganhei mais amigos, lutei, trabalhei bastante e só posso dizer que valeu a pena."
 (Ana Carolina em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia sobre os seus 10 anos de carreira - Dezembro 2009)

"Não gosto de ser chamada de celebridade. Essa palavra não me interessa. Sou música!".
 (AC em entrevista ao JB Online - Janeiro 2010)

"Não faço música somente inspirada nas coisas que me acontecem. Sobre a privacidade e o assédio da mídia, ás vezes dá vontade de matar, e ás vezes chega a me dar uma alegria, é engraçado o misto dessas sensações. Mas ser uma cantora não pode ser um impedimento para levar uma vida normal."
(Ana Carolina em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia - Dezembro 2009)

"Eu tenho a perfeita noção de que as glórias são transitórias. A estabilidade é= carreira= trabalho árduo".
(AC em entrevista ao JB Online - Janeiro 2010)                              


             

     
   

                                                                           

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